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Minha experiência: inglês no exterior

Por Bárbara Nassar, em

Minha experiência: inglês no exterior

   Eu já fiz dois cursos de inglês no exterior com duração de um mês cada, um para Brighton (Inglaterra) e outro para Havaí (EUA), e posso dizer que sim, é possível aprender muito em apenas um mês fora, na verdade isso vai depender muito mais de você do que da escola ou o tempo que você permanece no país. Muitas pessoas me questionavam na época “apenas um mês, mas da para aprender algo?”, temos essa impressão que não é tempo suficiente para aprender inglês, mas por quê?

   Algumas pesquisas comprovam que são poucos os brasileiros que fazem curso no exterior e melhoram seu nível de inglês. Claro que, cada pessoa tem seu tempo, um mês pode ser sim um período curto para algumas pessoas, principalmente para as que não sabem nada de inglês, mas quando estamos no intercâmbio é fácil entender o porque o nível muitas vezes não melhora. Existe muito brasileiro em qualquer lugar do mundo, conheci dono de balada brasileiro, garçom de restaurante, secretárias e até mesmo a dona da loja de surf onde alugava minha prancha no Havaí. E o problema está ai, conheci várias pessoas que estavam junto comigo e não desenvolveram nem um pouco o inglês deles, pois além de faltarem muitas vezes na aula, fora delas eles só andavam com brasileiros e falavam apenas português.

Minha experiência: inglês no exterior

   Muitas dessas pessoas estão jogando dinheiro fora e seria melhor ter ido fazer uma viagem conhecendo a cidade do que o curso em si que costuma ser caro. Vou dar algumas dicas para quem pretende fazer um intercâmbio de curto tempo e quer aproveitar ao máximo e ainda treinar o seu inglês.

1. Evite andar com brasileiros.

   Essa é a dica mais importante e na minha opinião é a mais difícil de se seguir, eu mesma posso dizer que não consegui. Nos dois intercâmbios que eu fiz, os brasileiros dominavam e você vai acabar encontrando em todo o lugar como já falei, então se você não tomar cuidado, você vai praticar o seu inglês somente na aula.
   Acaba sendo um pouco natural os brasileiros se aproximarem com os outros brasileiros, mas tente fazer com que no seu grupo tenha outras pessoas de outras nacionalidades, porque vocês vão acabar sendo obrigados a falar inglês para os outros não ficarem excluídos (era o que eu fazia).

  
2. Se no seu grupo só tiver brasileiros, combinem de falar em inglês.

   Mesmo evitando, fiquei mais próxima de quatro brasileiras na Inglaterra e acontecia da gente ficar sozinha, sem algum gringo na roda, com isso o português acabava sendo a língua que conversávamos. Como tinham dias que íamos sozinhas para Londres, combinávamos que era permito falar somente em inglês, claro que não funcionava o tempo todo, mas tentávamos pelo menos.

Minha experiência: inglês no exterior

3. Não tenha medo de errar.

   Confesso que eu era uma pessoa muito tímida e morria de vergonha de falar alguma bobagem e todos rirem, mas isso mudou no intercâmbio. Eu me tornei uma pessoa totalmente diferente, era super falante, errei muito na aula e o professor sempre me corrigia e isso foi muito bom para o meu aprendizado, tem palavras que lembro até hoje do professor me corrigindo.
   No meu segundo intercâmbio para o Havaí, meu inglês já estava muito melhor e com isso muitos brasileiros que tinham vergonha me pediam para que eu reservasse o hotel, que eu ligasse para a empresa de paraquedas porque tinham medo de não entender. Não fique, se preocupando como vão se virar e se vão entender o que vocês está querendo dizer, porque sim, vão! Sempre se dá um jeito, conheci pessoas que não sabiam praticamente nada de inglês e se viraram bem.

  
4. Opte por casa de família para praticar mais o inglês.

   Eu fiquei nos dois, casa de família e residência estudantil. E é claro que se você for maior de 18 anos a residência estudantil é animal, tem as festas e além disso você tem sua independência. E se você for focado de falar apenas inglês não vejo problema, até porque vão ter pessoas de outras nacionalidade dividindo os quartos e eu acho mil vezes mais legal. Mas para quem realmente quer aprender, a casa de família é ótimo, porque eu conversava coisa do dia-a-dia, sobre minha vida no Brasil.
   Na casa que eu fiquei tinham duas crianças uma com 5 anos e outra com 7, e por incrível que pareça isso me ajudou muito a treinar a pronúncia, porque prestava muito atenção para conseguir entender o que elas falavam.

  
5. O país não interfere no nível de aprendizado.

   Quando digo que estudei inglês no Havaí todos pensam que não aprendi nada e fiquei na praia todos os dias. Mas a verdade é que aprendi mais lá do que na Inglaterra e o motivo foi justamente porque eu estava mais dedicada, fui com uma cabeça mais focada aos estudos e isso ajudou muito.
   E confesso que a escola era mais rígida também, no final tinha uma prova que parecia vestibular e se seu lápis caísse no chão você tinha que esperar algum monitor pega-lo, pois se não era considerado cola. Mas como eu disse, vai depender muito de vocês, conheci brasileiros que repetiram o nível, porque não estavam querendo realmente aprender.

Minha experiência: inglês no exterior

   Espero que as dicas tenham ajudado!! E para quem tiver curiosidade, a primeira e a segunda foto foram tiradas no Havaí e a terceira e a quarta em Brighton.

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